“A gente precisa fazer uma campanha contra a violência na política. Não pode ser uma guerra campal, na qual as pessoas pegam o revólver e saem matando. Temos que bater forte contra isso.”
A presidente do PT assegurou que o candidato da legenda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, terá segurança –o que já é garantido a todos os candidatos do pleito pela Polícia Federal.
Gleisi, no entanto, demonstrou apreensão com o cenário, principalmente após a morte de Arruda. “Todos nós temos que nos preocupar, e não é uma preocupação só do PT, é uma preocupação da sociedade brasileira”, ressaltou.
Nesta quinta-feira, 21, o PT aprovou por unanimidade a chapa de Lula e Geraldo Alckmin (PSB) para a presidência da República nas eleições deste ano. No mesmo evento, realizado em um hotel em São Paulo, a federação também aprovou a coligação que inclui os partidos PSB, Rede, PSOL e Solidariedade.
‘Não vamos aceitar o terror’
Durante a oficialização da candidatura de Lula, o secretário Nacional de Comunicação do PT, Jilmar Tatto, disse que o partido não vai ‘aceitar o terror’ e vai manter a campanha nas ruas.
“Não vamos aceitar o terror em tentar passar medo da campanha eleitoral porque é isso que eles querem. Nós vamos continuar nas ruas, continuar militando e fazendo política de forma democrática”, disse o ex-deputado, que se mostrou bastante confiante na vitória de Lula.
“Queremos e vamos derrotar o Bolsonaro nas urnas. Ele se elegeu várias vezes, deputado, presidente, e nunca questionou a urna, agora que sabe que vai perder, ele questiona. Nós não vamos abaixar a cabeça e vamos derrotá-lo na urna”, acrecentou Tatto.






