Fazenda defende transição em PEC 6X1 e cautela com impactos sobre o mercado
Integrantes da equipe econômica do governo defendem o fim do escala 6×1, mas pedem cautela na discussão e sugerem um modelo escalonado de redução da jornada de trabalho. A postura se assemelha à defendida por deputados de centro, e até alguns da oposição, que propõem, por exemplo, a diminuição de uma hora por ano, na carga semanal trabalhista.
No modelo debatido por deputados do centrão, a transição de uma jornada de 44 para 40 horas semanais teria duração de pelo menos 4 anos.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a votação da PEC deve ocorrer na próxima quarta-feira (22), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). De acordo com os líderes, Motta irá instalar a comissão especial para discutir a matéria “imediatamente depois”.
Nesta sexta-feira (17), Hugo Motta se reuniu com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, para debater detalhes do tema.
Foram apensadas, ou unidas, duas PECs sobre o tema que tramitam na Câmara. Uma mais antiga, de 2019, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e outra do ano passado, de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). Os ajustes de texto para que uma das versões tenha prioridade devem ser feitas em comissão especial.
Fonte: SBT News









